"Ela mostra o futuro e abre as portas da sua mente…”
Apesar de a bola de cristal ser a primeira coisa em que se pensa no processo divinatório, pode usar-se um pedaço de qualquer cristal, mas, com um cristal redondo e liso terá melhores resultados. O tamanho tem menos importância do que a clareza do cristal, e podemos até focalizar a nossa atenção num cristal de dois ou três centímetros.
Muitas pessoas são clarividentes naturais e, com alguma prática, rapidamente recebem, através da terceira visão, as imagens que surgem dentro do cristal. A concentração nos pensamentos evocados pelas visões ou formas é mais fácil do que se pensa.
Ponha a sua mente dentro do cristal. Isto significa que está a desligar os cinco sentidos e a ligar o sexto: a intuição. Os cinco sentidos estão a ser dominados a ponto de se obter um canal que penetre no cristal (por vezes chamado tubo astral ou linha de força).
Agora está a sentir a vibração do cristal, o que amplia reacções nas sus células corporais que fazem parte do sistema de comunicações.
Aquilo que pretende saber vem à sua mente consciente em forma de visões, visto a sua mente estar no centro do cristal.
Você está, de facto, a tentar projectar a sua mente para o cristal.
Uma esfera de cristal redonda é tão eficaz como uma bola opticamente perfeita. Algumas assemelham-se a uma laranja ou toranja, não sendo perfeitamente redondas.
A bola de cristal é muito mais eficaz se houver contacto com as mãos, embora os adivinhos não queiram realmente tocar o cristal, porque teriam que limpar as impressões digitais. Para eles o cristal tem que estar perfeitamente limpo para o cliente que vai chegar com uma “nota choruda” na mão…
Quando toca no cristal, as impressões digitais não são importantes porque você está a olhar para dentro do cristal. A superfície representa os cinco sentidos físicos (reflexos). Você quer ir lá para dentro, onde pode comunicar com a inteligência universal e com todos os aspectos de si próprio: o seu EU Superior, o Subconsciente, o Superconsciente e até mesmo o Metaconsciente. bola de cristal é o exemplo mais antigo e divulgado da utilização das propriedades especiais dos cristais.
É conhecido que as bolas de cristal, feitas de diferentes pedras e tamanhos foram encontradas em todas as culturas humanas estudadas: Antigo Egipto, Grécia, Roma, Creta, Síria, Ilhas Britânicas, França, Alemanha, Peru, Japão, Austrália, Sibéria, Turquia, América do Norte e América do Sul.
Na América do Sul as culturas que seguiam as antigas tradições maias e incas usavam pedras parecidas com o vidro para prever o futuro. No Leste, as bolas de cristal eram conhecidas como «as janelas dos deuses». Na Índia acredita-se que a pessoa que olhe para uma bola de cristal desenvolve o seu «eu» interior.
As bolas de cristal de hoje em dia são na sua maior parte feitas de quartzo puro, de forma que cristal e quartzo se tornaram sinónimos.
É importante lembrar que, apesar do termo «bola de cristal», muitos destes objectos não são bolas esféricas. Podem aparecer sob a forma de ovos, pratos, espelhos, estátuas, crânios, pulsos e corações.


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